Sobre Yuri Bittar

"Yuri Bittar é designer, fotógrafo e historiador. Atua como designer gráfico, e desenvolve cursos de fotografia, exposições e as saídas Fotocultura, além de pesquisas sobre humanização no ensino da saúde. Através da história oral, da fotografia, da literatura e outros recursos, tem buscado criar projetos mais próximos ao humano e que contribuam para a melhora da qualidade de vida." 


(foto: Beth Lazarini)

O que eu faço:

Formação:

  • Graduado em Desenho Industrial pelo Mackenzie (2000)
  • Bacharel em História pela USP (2007)
  • Mestrado em Ensino em Ciências, na Universidade Federal de São Paulo (2011)


"Nada explica o amor, é o amor que explica tudo!", é meu lema. Creio que tudo que fazemos deve ser justificado pelo amor, nas suas várias formas.

Como comecei a fotografar?
Comecei a me interessar por fotografia aos 16 anos, lá por 1993, por causa de uma viagem que fiz, muito legal, e sem uma câmera. Adquiri uma câmera Kodak Star 535 , claro que analógica, e muito simples. Depois tive 2 semestres de fotografia na faculdade (Desenho Industrial) em 1997, quando comprei uma Zenit 212k , e em 1998 trabalhei como fotógrafo de uma pequena revista, onde conheci a fotografia digital. Entre 1999 e 2004 trabalhei com eventos, tal como casamentos e aniversários. A principal câmera que usei nessa época foi a Canon EOS Rebel XS.
Entre 2004 e 2007 praticamente abandonei a fotografia. Tenho trabalhado principalmente como designer e historiador desde então. Em 2007 dirigi um curta-metragem documentário, dentro do curso de história na USP (minha segunda faculdade), que acabou me levando de volta a fotografia, fiz então uma série sobre moradores de rua, que culminou em na exposição Visões da Cidade Fragmentada em 2009. Por causa desse filme fui convidado a dar um curso de fotografia na UNIFESP em 2008. (veja mais detalhes de minha trajetória em 
Como nasce um fotógrafo?)


A partir desse curso surgiram outros e as Saídas Fotocultura , que se tornaram uma coisa muito legal. Hoje faço mestrado em ensino e tenho desenvolvido o uso da fotografia como instrumento para um ensino voltado à humanização em saúde, que deve ser também o tema do meu doutorado.


Atualmente tenho fotografado muito, nas saídas, cursos, projetos artísticos... A fotografia acabou impregnando minha vida e é raro um dia em que eu não faça algumas fotos!

Para ficar por dentro das próximas saídas, cursos e eventos acompanhe os sites abaixo:

Grupos:
Grupo Fotocultura no Yahoo!Groups: br.groups.yahoo.com/group/fotocultura
Grupo Fotocultura no Flickr: www.flickr.com/groups/928790@N25 

Redes sociais:
Twitter: http://twitter.com/@fotocultura
Facebook: pt-br.facebook.com/people/Yuri-Bittar/1665734023

Meus sites:
www.yuribittar.com/
fotoideia.blogspot.com
www.flickr.com/photos/yuribittar 

Sobre humanização e literatura:
labhum.blogspot.com/
www.unifesp.br/centros/cehfi/labhum/
www.unifesp.br/centros/cehfi/bmhv 

Yuri Way of Life
-----------------------------------------------------------
Designer, photographer and historian. Studying Masters in Education in Sciences at the Federal University of São Paulo, graduated in Industrial Design (Mackenzie) and History (USP), acts as a graphic designer, and develops courses in photography, exhibitions and outings Fotocultura, and research on the humanization health and education. Through oral history, photography, literature and other resources, has sought to create projects closer to human.

Nada explica o amor, é o amor que explica tudo!
Eu e Clelma

Yuri by Adar Rodrigues
Eu by Adar Rodrigues


 

Apaixonado por foto, Yuri Bittar leva sua personalidade para os registros de SP

 

Revista Portal Imprensa - Nathália Carvalho* | 30/11/2011 18:15

Não importa se o ano tem 365 dias ou, esporadicamente, 366. Yuri Bittar não deixa passar um dia sem fazer um registro. Com 34 anos, o profissional descobriu a fotografia em meados dos anos 90, quando ainda estava na adolescência. "Fiz uma caminhada pela serra, a pé, e ninguém tinha câmera. Fomos a lugares de difícil acesso, não poderia voltar depois e eu fiquei bem chateado porque não consegui registrar nada". A experiência, não tão boa, levou o fotógrafo a adquirir sua primeira câmera, uma analógica Kodak Star 535.

 

Não demorou para que os cliques deixassem de ser apenas um hobby. Era 1998 e Yuri publicava suas imagens na Revista Vendo Autos. "Quando estamos desempregados e arrumamos um emprego, vem logo três de uma vez e você tem que escolher". Na mesma época, lembra Yuri, um emprego como ajudante de um fotógrafo de estúdio surgiu, mas, no auge dos acontecimentos, ele recusou a proposta. "Mas, hoje, vejo que, talvez, fosse melhor ser ajudante de um grande fotógrafo. Seria mais produtivo e eu aprenderia mais. Mas no final tudo deu certo".

 

Apaixonado pela fotografia, Yuri passou poucos meses na revista e, em seguida, os acontecimentos o levaram para outro rumo. Formado em desenho industrial, ele conta que o trabalho com design tomou o espaço do fotógrafo. Foi assim que, por aproximadamente dois anos, ele deixou de fotografar. "Praticamente abandonei a fotografia". Mas, a vida não tardaria de colocá-lo em contato com as lentes. "Fiz um documentário, eu era diretor e isso trouxe a fotografia de volta". Daí para frente, a série de fotos feita para o documentário ganharam destaque especial em uma exposição e a experiência transformou-se em cursos ministrados por ele na Universidade Federal de São Paulo. "Fotografia é uma coisa que, depois que você começa, você sempre se sente fotografo. Então, se você fica sem fotografar, você fica chateado, frustrado".

 

Com trabalhos publicados na revista Carta Capital, Estadão, Diário de S.Paulo e no portal da revista Veja, Yuri promove, regularmente, saídas fotográficas na cidade de São Paulo, que acontecem desde 2008. "As pessoas querem andar por ai e tirar foto, mas não sabem como e têm medo de serem assaltadas. Acabei fazendo saídas até quando não tinha curso e as pessoas começaram a procurar". Gratuitas, a proposta das saídas é reunir todos os interessados em fotografia para a prática, unindo imagem e cultura. Em 2012, Yuri pretende enriquecer a ideia das saídas e transformá-las em algo que contribui com a cidade e com as pessoas, de modo geral.